quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Estado-Nação Rubro-Negro: 117 anos rijos


Por Máximo


É sabido que o nacionalismo é uma espécie de Geni. Vai com qualquer um, à direita, ao centro, populista, positivista, até à esquerda, quando convém à estratégia. Hobsbawm escreveu que o Estado precede a nação, e a pós-modernidade, pelo menos em discurso já menos hegemônica, sujeita à crítica, tentou diluir o Estado-Nação. 

Somos Rubro-Negros e a identidade que construímos possui até seus mitos fundadores: 


Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Junior; Andrade, Adílio e Zico, tita, Nunes e Lico.


SRN


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Uma fossa séptica para as fezes impressas

Por Máximo


O "Meia Hora" talvez seja a síntese da imprensa nacional. 

Francamente, há muito mais dignidade na rua Ceará do que em qualquer metro linear dessa tubulação de esgoto que escoa os detritos mentais de quem faz uma capa desse tipo. Acham que são engraçados. 

Deveriam, ao menos, ser babacas, do tipo do CQC paulista ou do Casseta daqui. Mas nem isso.

Se há no Brasil alguém que mereça panegírico, basta a legenda, em caixa alta: 

OSCAR NIEMEYER.

SRN






segunda-feira, 12 de novembro de 2012

domingo, 11 de novembro de 2012

Paradigma Rubro-Negro

Por Máximo

Rubros-Negros somos epistemologicamente distintos. É uma espécie de paradigma do mundo da bola, uma forma de conhecer que nada tem a ver com títulos de circunstâncias. Ser Rubro-Negro é o que basta para ver o que acontece: de um Lado, Rubro-Negros, Patrimônio Imaterial Carioca, do outro o resto, resto do Rio.

SRN